Holding Familiar Economize até 90% em comparação ao inventário, garantindo a proteção dos seus filhos e do seu patrimônio. Envie por e-mail sua pergunta para o Advogado especialista!

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PERSUHN & ULRICH ADVOCACIA

Nosso escritório de advocacia é formado por especialistas em Holding Familiar, Direito Empresarial, Direito Tributário e Planejamento Sucessório, áreas que se complementam para oferecer uma solução completa e personalizada na proteção e organização do seu patrimônio. Combinamos esses conhecimentos para realizar um estudo aprofundado de viabilidade jurídico-econômica, garantindo que a criação de sua holding seja eficiente e segura.

Através desse modelo, ajudamos você a estruturar a gestão do seu patrimônio, facilitar o processo de sucessão, atrelando uma série de cláusulas de modo a proteger o seu patrimônio da investida de terceiros, protegendo seus bens contra riscos e ainda reduzir a carga tributária em até 90% de forma estratégica e dentro da lei. É uma abordagem que não apenas protege o presente, mas também constrói um futuro financeiro mais sólido para você e sua família.

Quer entender como isso pode transformar a maneira como você administra seu patrimônio?

Mas o que é uma Holding Familiar?

Resumidamente, é uma empresa patrimonial constituída com a finalidade específica de administrar o patrimônio de uma ou mais pessoas.

Sua criação no Brasil se deu por meio da Lei das Sociedades Anônimas, Lei 6.404 de 15 de dezembro de 1976, que assim prevê:

Art. 2º Pode ser objeto da companhia qualquer empresa de fim lucrativo, não contrário à lei, à ordem pública e aos bons costumes.[…]

3º A companhia pode ter por objeto participar de outras sociedades; ainda que não prevista no estatuto, a participação é facultada como meio de realizar o objeto social, ou para beneficiar-se de incentivos fiscais.

A prática consiste na criação de uma empresa, ou seja, uma pessoa jurídica, e na integralização em seu capital social, dos bens pertencentes às pessoas que integram o seu quadro societário. O patrimônio deixa de ser propriedade da pessoa física e passa a ser da pessoa jurídica, que terá a função social de controle e gerenciamento dos bens.

Imaginemos o exemplo de um bem-sucedido empresário proprietário de muitos bens e que quer destiná-los aos filhos ainda em vida. Ele abre uma empresa, pessoa jurídica com CNPJ, e integraliza ao capital social da empresa todos os seus bens, colocando os filhos como sócios ou doando a eles as quotas capitais. Tudo isso é resultado de um planejamento patrimonial estrategicamente elaborado, mas apresentado de forma clara e acessível, para que você compreenda cada passo desse processo transformador. É a união da técnica jurídica com a simplicidade necessária para que decisões tão importantes sejam tomadas com confiança e tranquilidade.

A ideia inicial da holding era sua destinação para a facilitação na gestão empresarial. Empresários que atuam em diversos ramos e são sócios de inúmeras empresas criam as holdings para facilitar a administração do seu patrimônio.

Com o tempo, viu-se a possibilidade da utilização deste modelo empresarial de forma mais variada, como por exemplo, no planejamento sucessório e proteção de bens familiares.

Bilionários que fizeram da forma certa!

Esses são alguns dos bilionários que faleceram nos últimos anos e deixaram enormes fortunas para seus herdeiros, sem que esses tivessem que passar, e muito menos pagar, pelo caro e burocrático procedimento de inventário!

Antônio Ermírio de Moraes
(Grupo Votorantim)

Faleceu deixando uma fortuna de R$ 15,5 bilhões.

Se tivesse seu Inventário, o Imposto seria de R$ 620 milhões
Para o Estado de São Paulo

Norberto Odebrecht
(Construtora Norberto Odebrecht)

Faleceu deixando uma fortuna de R$ 14 bilhões.

Se tivesse seu Inventário, o Imposto seria de R$ 1,120 bilhões
Para o Estado da Bahia

Roberto Marinho
(Grupo Globo)

Faleceu deixando uma fortuna de R$ 30 bilhões.

Se tivesse seu Inventário, o Imposto seria de R$ 2,4 bilhões
Para o Estado do Rio de Janeiro

Já que “o sucesso deixa pistas”, aproveite a oportunidade para seguir o exemplo dos bilionários quem realmente sabem proteger e perpetuar suas riquezas. “Pense como os ricos, aja como os ricos.” A criação de uma holding familiar é a chave para um planejamento patrimonial eficiente, que garante proteção, segurança e redução de custos para você e sua família.

Você está pronto para dar o próximo passo?

Perguntas Frequentes

Entenda melhor os passos para formar uma Holding Familiar com as principais dúvidas sobre o assunto!

Uma holding familiar é uma entidade jurídica criada para gerenciar e controlar o patrimônio de uma família. Ao preferir possuir ativos simultaneamente, uma família pode transferir a propriedade desses ativos para uma holding. Isso permite uma gestão mais eficiente, bem como oportunidades de planejamento tributário e sucessório.

Ter uma holding familiar oferece uma série de benefícios. Isso inclui proteção de ativos, otimização fiscal, facilidade no planejamento sucessório e maior eficiência na gestão de investimentos. Além disso, a estrutura fornece um fórum para a tomada de decisões familiares, podendo contribuir para a preservação da unidade familiar e dos valores compartilhados.

Para criar uma holding familiar, é importante primeiro fazer um inventário completo dos ativos e passivos da família. Em seguida, consulte advogados, contadores e outros especialistas para decidir o tipo de entidade e o melhor regime tributário.

A governança de uma holding familiar geralmente envolve um conselho diretor, que pode incluir membros da família, executivos contratados e, em alguns casos, consultores externos. O conselho é responsável por tomar decisões estratégicas e supervisionar a gestão dos ativos. É importante que o conselho seja composto por pessoas com habilidades complementares.

Um dos principais benefícios de uma holding familiar é a facilidade no planejamento sucessório. A holding permite uma transição mais suave dos ativos e do controle administrativo para as futuras gerações. Além disso, pode haver cláusulas específicas no contrato social ou estatuto que definem como a sucessão deve ocorrer, minimizando conflitos e incertezas.

As implicações fiscais de uma holding familiar podem variar de acordo com o Estado e o tipo de ativos envolvidos. No entanto, geralmente existem oportunidades de otimização fiscal, como a consolidação de lucros e perdas entre diferentes entidades e possíveis vantagens em termos de imposto de herança ou doação.

Sim, uma holding familiar pode possuir ativos no exterior, mas isso traz um nível adicional de complexidade em termos de conformidade legal e planejamento tributário. Agende sua consulta para entender as obrigações e oportunidades associadas.

Um bom sistema de governança corporativa deve incluir mecanismos de resolução de conflitos. Isso pode variar desde mediação interna até intervenção de terceiros. Ter um sistema claro para resolver disputas pode ser crucial para a longevidade da propriedade e a preservação da harmonia familiar.

Praticamente qualquer tipo de ativo pode ser gerenciado através de uma holding familiar, incluindo imóveis, investimentos financeiros, empresas e propriedades intelectuais. A proteção é uma das grandes vantagens desta estrutura, permitindo uma gestão de patrimônio bastante diversificada.

Dissolver uma holding familiar é um processo jurídico complexo que requer planejamento cuidadoso e orientação profissional. Dependendo dos ativos envolvidos e das leis aplicáveis, podem ser realizadas várias etapas, incluindo a liquidação de ativos, o pagamento de dívidas e a distribuição dos ativos remanescentes aos membros da família.

A adequação depende de vários fatores, como o tipo e a quantidade de bens, os objetivos da família em relação à sucessão e proteção patrimonial, e a complexidade do núcleo familiar. Uma análise personalizada é essencial para determinar se a holding é a melhor solução.

Os custos variam de acordo com o porte do patrimônio, a complexidade do planejamento e os serviços necessários, como a elaboração do contrato social, avaliação contábil e assessoria jurídica. É importante ver esses custos como um investimento em proteção e eficiência no longo prazo.

Com a holding, os bens da família são integralizados ao capital social da empresa, e as quotas são distribuídas entre os familiares de acordo com um planejamento prévio. É possível estabelecer cláusulas para garantir usufruto vitalício, incomunicabilidade e impenhorabilidade das quotas, evitando disputas e garantindo segurança aos herdeiros.

Sim. A holding cria uma camada de proteção patrimonial ao segregar os bens da pessoa física, dificultando que credores ou eventuais disputas judiciais atinjam os bens da família. Contudo, essa proteção deve ser feita de forma estratégica e alinhada às leis para evitar questionamentos.

Quase todos os tipos de bens podem ser incluídos, como imóveis, participações societárias, investimentos financeiros, veículos e até propriedades intelectuais. O importante é avaliar a melhor forma de integralizá-los ao capital social da empresa.

Sim. As regras da holding podem ser alteradas por meio de assembleias de sócios ou alterações no contrato social, desde que haja consenso entre os envolvidos. Essa flexibilidade é importante para ajustar a estrutura às necessidades que possam surgir com o tempo.

A tributação varia de acordo com o regime escolhido para a holding, que pode ser Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. A escolha deve considerar os tipos de rendimentos da holding, como aluguéis, dividendos ou venda de ativos, para garantir a eficiência tributária.

Os principais riscos estão na má estruturação jurídica ou contábil, que pode resultar em questionamentos fiscais ou disputas familiares. Por isso, é essencial contar com profissionais experientes que garantam a segurança e a conformidade do planejamento.

O processo pode levar de algumas semanas a poucos meses, dependendo da complexidade do patrimônio e do planejamento. Inclui a análise dos bens, elaboração de documentos e registros na Junta Comercial.